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O que é a redução embrionária?

A redução é um procedimento médico especial destinado à mortificar e remover um ou vários embriões transferidos do útero. Este procedimento é sugerido se a gravidez múltipla é seriamente perigosa para a mãe ou a saúde das crianças futuras. Após a redução, os tecidos embrionários permanecem no útero e em algumas semanas dissolvem.

Pela primeira vez, a redução embrionária foi utilizada há quase 30 anos, quando foram descobertas patologias graves dos embriões. Em seguida, tornou-se um método de remoção de embriões “excessivos” no uso de FIV para diminuir o risco de várias complicações como:

  • parto prematuro;
  • abortos espontâneos;
  • perda de todos os embriões;
  • desenvolvimento de mais patologias;
  • mortalidade do segundo (terceiro) bebê durante o parto.
Quando e como é feita a redução embrionária?

A redução embrionária é um procedimento bastante complicado que é realizado por várias indicações:

  • implantação de três ou mais embriões no útero;
  • descobrimento de certas patologias de um ou mais embriões;
  • saúde fraca da mãe ou impossibilidade de suportar 3 ou mais filhos.
  • Em tais casos, uma paciente deve assinar um acordo escrito para a realização desse procedimento.

A redução de embriões em caso da gravidez múltipla pode ser realizada de 5ª a 13ª semana da gravidez, mas o período mais favorável é entre a 8ª a 9ª semana. A razão é bastante clara. Nas primeiras semanas da gravidez, um ou alguns embriões podem parar seu desenvolvimento e desaparecer por si mesmos (a síndrome conhecida como um “gêmeo desaparecido”). Por outro lado, mais tarde a redução é possível, mas indesejável, porque os restos ósseos do feto dissolvem durante um período muito mais longo, de tal maneira criando um risco de aborto espontâneo.

A seleção de embriões para serem reduzidos depende de vários critérios:

  • patologias no desenvolvimento;
  • as menores indicações de tamanho coccígeas-parietal (em outras palavras, o feto é menos desenvolvido);
  • tamanho patológico do espaço nucal;
  • acesso conveniente ao embrião, excluindo o contato com os outros embriões.

Além disso, um especialista em fertilidade estima as condições dos outros embriões, levando em conta as peculiaridades de sua implantação, a estrutura de ovos fetais e a presença de sacos vitelinos, também estima a espessura do corion.

A redução embrionária pode ser realizada de três maneiras:

Método transcervical (através do canal cervical do útero)

Nesse caso, a redução é realizada nos primeiros meses da gravidez (5-6 semanas) por um cateter especial (anexado ao aspirador de vácuo) que é introduzido através do canal cervical. Com o auxílio de ultra-som, o cateter é conduzido ao ovo fetal e destrui o embrião. Não há necessidade de anestesia. O método de redução transcervical tem algumas desvantagens significativas:

  • qualquer lesão do colo de útero pode causar aborto espontâneo;
  • apenas os ovos fetais mais próximos podem ser destruídos;
  • alta possibilidade de penetração da microflora vaginal no útero através do canal cervical;
  • É por isso que o método transcervical é usado muito raramente.
Método transvaginal

A redução é realizada na 7ª-8ª semana de gravidez sob anestesia geral e controle de um transdutor ultra-sônico, usando um adaptador bioptico que perfure a parede uterina. Então, a agulha é introduzida no tórax de um embrião e injeta a solução de cloreto de potássio até que pare a atividade cardíaca. A principal vantagem deste método é o risco mínimo de lesões para os outros embriões.

Método transabdominal

Ao contrário do método transvaginal, a agulha é introduzida através da parede abdominal entre a 8ª e a 13ª semana de gravidez. A redução é realizada sob anestesia local e controle de ultra-som. O método transabdominal permite escolher qualquer embrião para a redução.

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